segunda-feira, 28 de março de 2011

Copacabana Nunca te engana.



Muitos dizem que o Rio não é mais tão lindo assim.
Mentem descaradamente.
Quem diz isto não conhecem Copacabana. Talvez ela não seja mais a princezinha do mar, tá calejada, mas não perde o encanto jamais.
Alguns lugares como os botecos próximo ao hotel Lido, o chopp do Cervantes e a feirinha da praça são tão tradicionais que, se você estiver em Copa e não passar por lá vem aquela sensação de que esqueceu algo depois de ir embora.
As suas esquinas tem desde de gente mundana à família bacana, ou até de "bacanas".
A simpatia dos garçons nos restaurantes espalhados pela orla não fazem qualquer distinção. Seja gringo, moçoilas da vida, uma grande família, famoso ou zé ninguém, a norma da casa é tratar bem.
Na praia ainda tem os redutos da turma da fumacinha, entre uma cerveja e outra queimam um baseado.
A água de côco dos quiosques, a cerveja gelada das barracas, banho de chuveiro, o bate-bola com os amigos, corpos sarados e outros nem tão sarados assim. 
Crianças brincando, idosos caminhando pelo calçadão e uma hora ou outra você esbarra com um sorriso reluzente como o do Neguinho da Beija-Flor.
Corre o risco também de se esbarrar com um trombadinha, em cinco segundos ele lhe toma o cordão e corre com a sua câmera de supetão.
Quando cai a noite o majestoso Copacabana Palace ilumina-se imponente.
Nos letreiros das boates a ilusão da felicidade que antecede o vazio por dentro na manhã seguinte.
Tem tanta coisa em Copa! Que não cabe em um post, só em um livro.
Copacabana é uma democracia!

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