terça-feira, 19 de abril de 2011

Menino de seis anos fere 3 crianças


Mas um fato estarrecedor em um ambiente escolar.
Um menino se feriu outras duas crianças na cidade de Houston no estado do Texas (E.U.A.). O menino de seis anos de idade levou para o jardim de infãncia uma arma, na hora do recreio em  um esparo acidental após a arma cair do seu bolso, estilhaços o atingiram e feriram outras três crianças que estavam na lanchonete da escola. O fato se deu por volta das 11 horas da manhã, hora local,  na Escola Ross. Segundo o subcomandante de polícia do distrito escolar de Houston, as crianças sofreram arranhões nas pernas e escoriações nos pés sem danos físicos maiores.
O Porta-voz do distrito escolar, Jason Spencer, identificou as vítimas como sendo dois meninos de seis anos e uma menina de cinco. As crianças foram encaminhadas ao hospital para maiores exames. (Fonte BBC News)

Vamos torcer para que não se repita o que fato da Escola Adventista em Embu das Artes quando Miguel Cestari Ricci dos Santos, de 9 anos, foi morto na sala de aula por um amigo da escola.
Onde o pai do menino que atirou em Miguel que preferiu acobertar o filho e não assumir a sua responsabilidade sobre ter facilitado o acesso a arma ao seu filho, dificultando o trabalho da polícia.
Que tipo de Educação é está em que este pai pensa estar ensinando ao filho? A impunidade e omissão?
O pai da menino que teria atirado em Miguel sempre afirmou a inocência do filho e negou jamais na vida ter visto uma arma.
No início do mês o Delegado que conduz o inquérito encaminhou ofício a Vara da Infância e da Juventude de Embu, solicitando que os pais fossem destituidos da guarda da criança.
É impressionante a capacidade deste pai em usar o seu filho para que não seja responsabilizado pela facilitação do acesso a arma.
Mesmo o processo correndo em segredo de justiça, informações de que a educação dada a criança que fez o disparo não era adequada.  Não havia um acompanhamento dos pais que não compareciam as reuniões escolares e nem liam a agenda de recados da criança.
O mais absurdo ainda é a Escola se engrandecer de ser segura e se recusar a manifestar-se aproveitando do processo em segredo de justiça como justificativa.
Esperamos logo que este caso esteja perto do fim, já que a polícia tem feito um excelente trabalho.